Primeira edição do Laboratório da Natureza será dia 27 de junho, no Museu de Ciências Naturais
A atividade de conscientização ambiental é gratuita e aberta à comunidade, sem necessidade de inscrição prévia
Ampliar a aproximação do Museu de Ciências Naturais da Universidade de Caxias do Sul com a comunidade, propiciando aos visitantes conhecimento sobre o acervo e a produção científica. A partir deste objetivo foi desenvolvido o projeto Laboratório da Natureza, no âmbito do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG), com a atuação de mestrandos e doutorandos de diferentes Áreas do Conhecimento da UCS, em parceria com a equipe do Museu. “A proposta é tornar a ciência mais acessível, estimular a curiosidade e o interesse do público por temas relacionados à natureza e à pesquisa”, explica a bióloga e bolsista do PROEXT-PG, financiado pela CAPES, Tamiris Silva Lopes, que coordena o projeto junto ao professor e coordenador do Museu, Guilherme Brambatti Guzzo.

O Laboratório da Natureza projeto terá periodicidade mensal e, a cada encontro, versará sobre temáticas específicas relacionadas à área de ciências, com atividades mediadas por acadêmicos de pós-graduação, responsáveis pela apresentação dos conteúdos. A primeira edição do Laboratório da Natureza será dia 27 de junho, sábado, das 14h às 17h, com o tema Mata de Araucária, uma homenagem ao Dia da Araucária, comemorado em 24 de junho – a árvore nativa é uma das mais antigas do Brasil e considerada um símbolo da região da Serra Gaúcha. O evento, aberto à comunidade e sem a necessidade de inscrição prévia, ocorre no Museu de Ciências Naturais, localizado em frente ao UCS Teatro (Bloco M).
Programação
A programação do Laboratório da Natureza contará com atividades práticas e interativas, como observação em microscópio, jogos educativos, palestras e momentos de diálogo com pesquisadores. A iniciativa terá a participação da professora Catia dos Santos Branco, do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGBIO/UCS), coordenadora do projeto “Inovações e desenvolvimento de produtos a partir de resíduos da produção de pinhão”, com financiamento do CNPq. Ela apresentará à comunidade os avanços da pesquisa em biotecnologia sustentável, destacando o aproveitamento dos resíduos do pinhão para o desenvolvimento de soluções inovadoras e sua contribuição para estratégias de preservação da espécie. “A comunidade poderá aprender, de forma prática e dinâmica, a partir do contato com objetos e materiais muitas vezes não acessíveis ao público em geral”, acrescenta o coordenador do Museu, Guilherme Brambatti Guzzo.
Fotos: Bruno Zulian
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