Saudade cabe na mochila?
Sinopse

Essa história pode ser um caminho sensível para conversar sobre perdas, saudade, sentimentos e emoções que surgem quando alguém que amamos não está mais presente. Mais do que explicar as perdas e o luto, a história de Nina nos convida ao encontro, ao acolhimento, à escuta e ao cuidado. A seguir, são elencadas algumas possíveis recomendações: 1. Acolha antes de explicar. Crianças/adolescentes não precisam de respostas prontas. Eles precisam da escuta e da presença de alguém com quem possam se conectar. 2. Valide os sentimentos e emoções. Assim como a professora Taís, reconheça, não minimize e não corrija formas de expressão. Nesses momentos, é importante auxiliar no processo de nomeação do que se está sentindo. 3. Crie espaços de expressão. Nem todos conseguem se expressar por meio de palavras, por isso ofereça formas de expressão: desenhos, histórias, brincadeiras, músicas, rodas de conversa... 4. Respeite o tempo de cada criança/adolescente. O luto não tem início, meio ou  m estabelecidos, ou seja, não tem prazo. Cada pessoa o sente e o elabora no seu ritmo e do seu jeitinho. 5. Trabalhe recursos de revitalização. Acolha os sentimentos e lembre que sentir tristeza não impede risos, brincadeiras, momentos felizes, entre outros. Lembre-se que estar presente é a melhor forma de acolher.

Ficha Técnica
ISBN 978-65-5807-583-7
Ano 2026
Edição 1ª ed.
Páginas 40